Ali na Rua da Picaria entre azulejos portugueses li "ver para crer".
Li mal.
Era "crer para ver".
Reflecti e já nem sei qual faz mais sentido.
Qual é a mais verdadeira.
Certo, precisamos de ver para crer, mas para ver temos que crer.
É que muitas vezes vemos e não cremos.
A culpa? É dos nossos poderosos sentimentos e pensamentos.
Malditos. Invadem a nossa mente e cegam.











